Bullying: uma nova crise na educação

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         O sistema educacional brasileiro tem como uma de suas marcas as grandes deficiências na aprendizagem de alunos, que na maioria das vezes não são publicadas em dados estatísticos. A prática do bullying, que é cometida em vários ambientes, mas tem seu peso nas escolas, vem colaborando para a intensificação de tais problemas e suas causas e conseqüências partem de diversos âmbitos.

               A prática do bullying vem se tornando cada vez mais frequente, e segundo estudos realizados por especialistas das áreas de saúde e educação, seus praticantes geralmente sofrem por motivos pessoais. A questão, normalmente familiar, faz com que o indivíduo encontre nas agressões uma maneira de se sentir aliviado. Acontece que esta forma de reflexão vem a causar sérios danos à saúde de suas vítimas.

           Apelidos de mau gosto, agressões físicas, ameaças e isolamento do convívio social são algumas marcas do bullying. As pessoas que passam a serem vítimas de tais atos sofrem caladas, por medo, e tornam-se cada vez mais deprimidas e dispersas. Muitas vezes chegam a tentarem suicídio por não encontrarem saída para reverter a situação e viverem de fato tranquilas.

              O bullying está presente em vários locais: trabalho; e até mesmo na internet, com o “cyberbullying”, que diz respeito ao envio de mensagens ofensivas por “e-mail” ou páginas de relacionamento. Porém é na escola que o problema tem força maior. Segundo dados do IBGE, 3 em cada 10 estudantes sofrem bullying. O Estado do Rio de Janeiro , na tentativa de solucionar a questão, sancionou uma lei que obriga as escolas a informarem os casos à polícia, já que a prática desrespeita princípios constitucionais, como a dignidade da pessoa, por exemplo.

             Sendo assim, a questão vem a ser solucionada com maior eficácia se partida de pais mais presentes na educação de seus filhos e impondo nestes confiança para que sempre exista o diálogo. Assim, é mais provável que se tornem conscientes e não venham a destruir o sonho do outro.

Aluno: Moisés Cristiano
Professor: Diogo Didier 

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