As Marcas do Terror

22:11



O mundo anda assustado com a crescente onda de atentados terroristas, no entanto, poucas pessoas sabem decifrar o enigma para o uso de tanta violência. Na realidade, o motor impulsionador das revoltas gira em torno dos pensamentos de cunho ideológico, político e religioso, contribuindo para infindáveis atritos. O resultado disso são sangrentas batalhas, fatalmente ocasionando um elevado número de vítimas, na sua grande maioria civis.

Quando esse assunto vem à tona, pensam-se instantaneamente em manifestações, homens-bomba e em tudo o que possa caracterizar as marcas do terror. Historicamente, entretanto, nem sempre esses foram os objetivos dos ataques terroristas. Isto porque, a princípio, as revoltas dos grupos extremistas tinham como base a questão religiosa ou as disputas territoriais. Na atualidade, a razão para o uso de tanta violência pode ser datado a partir do momento em que os EUA, representado pelas Nações Unidas – ONU, cria em 1948 o estado de Israel, dando inicio a uma das mais fincadas batalhas territoriais da história.

Em meio a isso, cresceu entre os EUA e os mulçumanos um clima de animosidade que, anualmente resulta num crescente número de mortos. A exemplo disso pode ser mencionado a tragédia de 11 de setembro, acontecimento que abalou as estruturas da sociedade em todo o mundo. Possivelmente, a cobiça pelo petróleo, matéria-prima encontrada em abundância nos emirados-árabes, pode ter sido a causa para o uso de tanta brutalidade. Nesse sentido, seria incoerente tentar equiparar os ataques que são constantemente noticiados, mas a inesperada exibição das bombas nucleares em Hiroshima e Nagasaki, pelos norte-americanos, foi também um dos maiores atentados cometidos contra a humanidade, porém, infelizmente, pouco se discutiu sobre essa tragédia que fulminou milhares de vidas.

Na tentativa de defender uma ideologia, os terroristas continuam utilizando a intolerância e a hostilidade como ferramentas para resolverem as questões de ordem político-social e religiosa. O resultado disso tudo são os elevados índices de mortes nos campos de batalha que, segundo a ONU, passam de 30 mil por ano, entre civis e soldados. Por mais assustador que possam parecer esses dados, não se pode atribuir um juízo de valor sem antes analisar, critica e historicamente uma questão: o que leva certas pessoas a cometerem atos tão brutais em nome de determinados ideais nacionalistas?

LEIA TAMBÉM

4 FELICIDADES

  1. Meu amigo o seu blog esta excelente. E muito criativo, além de com informações muito pertinente com a realidade do mundo. depois vou lêr cada texto e comentar pois pelo que pude ver em lêr alguns são excelente, para bens, um agrande abraço, Julio Moura.

    ResponderExcluir
  2. Valeu Julio! Vou tentar melhorar a cada texto, trazendo temas que são pertinentes a todos os gostos!

    ResponderExcluir
  3. Diogo a foto me fez lembrar de outros artigos que li sobre o WTC,e me fizeram pensar se foi realmente um ataque terrorista ou um sacrifício, diga-me sua opinião.(MUITAS COISAS NÃO BATEM COM O QUE A MÍDIA TENTA MOSTRAR...)

    ResponderExcluir
  4. Olá Heitor! Na minha concepção seriam as duas coisas. Nós devemos lembrar que existe um toque de sacrificio desse povo que ,historicamente, luta para ter de volta a terra que conquistaram, após a diáspora israelita. Imagine que você faz parte de uma nação e que ,de repente, alguém diz que a terra que você viveu durante anos não lhe pertence !!!!! Pensou? Bom! A conclusão é óbvia: o povo quer o seu lugar de volta.
    A mídia, nesse sentido, coloca em foco a nação de maior poder aquisitivo, criando vilões e mocinhos para a questão do terrorismo. Cabe a você, vasculhar as instâncias históricas que estão intrincadas nessa temática.
    Qualquer dúvida é só falar, tá bom?! Abraços...

    ResponderExcluir

recent posts

Comentários

Instagram