06 dezembro 2010


Há cinco anos Deus colocava em nossas vidas um anjo, uma dádiva vinda das estrelas mais iluminadas do firmamento. Um ser que iria mudar drasticamente as nossas rotinas e, sobretudo a nossa maneira de ver a vida. Alguém tão pequeno, delicado e ao mesmo tempo tão forte, mudaria para sempre a nossa familia. Essa pedra preciosa é o meu sobrinho DIDIER que fez aniversário no último sábado, dia 04/11. Na foto acima ele tinha alguns meses de nascido e já era uma graça.

É impressionante como uma criança humaniza a gente. Minha familia estava quase perdendo o rumo, em meio a tantos problemas e desavenças, quando de repente Deus nos concedeu esse presente. Eu, particularmente, confesso que a minha forma de encarar a vida se transformou quando DIDIER veio ao mundo. Hoje sou mais doce, compreensivo, atencioso e estou cada vez mais vivo. O amor que parecia estar adormecido acordou enfurecido quando a luz dos olhos dele brilharam para mim. É uma forma de amor inexplicável, algo que só pode ser comparado com o amor da mãe pelo filho.

Por tudo isso,
Quero estar vivo durante muitos anos para ver essa pedrinha preciosa sendo lapidada palo vida. Quero ser um dos ourives que irão modelar essa jóia rara.
Quero ser tio, pai, irmão e amigo.
Quero estar sempre como ele, aqui ou no infinito.
Quero dar-lhe os meus braços como se fosse um abrigo.
Quero fazer tudo isso, pois sei que esse amor é sincero e bonito.

DIDIER, TITIO TE AMA MUITO!

Pra Sempre Em Meu Coração

Cristina Mel

Eu queria o tempo parar
De novo lhe fazer ninar
Crescer e mudar, não dá pra evitar
É o caminho que Deus lhe traçou
Brinquedos, gibis, violão
Espalhados por todo lugar
Um dia a poeira eu irei tirar
No silêncio de não te encontrar

Vou guardá-lo em meu coração
As lembranças jamais mudarão
Pois quando partir e saudades sentir
Estará sempre em meu coração

Os dentinhos você vai trocar
E roupas maiores usar
O seu caminhar vai para longe o levar
Pois não posso impedir seu querer
Os dedinhos que agarram minha mão
Coisas grandes eu sei que farão
Você não é meu, é um presente de Deus
E o futuro está em suas mãos

Vou guardá-lo em meu coração
As lembranças jamais mudarão
Pois quando partir e saudades sentir
Estará sempre em meu coração

Pois quando partir e saudades sentir
Estará sempre em meu coração.


Canções de Rei

Max Viana

Se eu fosse algum rei,
Fosse o teu Senhor
Eu proclamava a tua boca
Um reinado meu
O teu corpo nu, meu santuário

Se eu fosse algum rei,
Teu imperador
Eu ordenava teu coração a gostar do meu
Cada dia teu, meu calendário...

Inventava canções de rei,
Conquistava o teu amor,
Desobedeceria a lei,
Revelava quem eu sou
Te mostrava que só eu sei,
Onde tudo começou
Inventando canções de rei
Pra enfeitar o nosso amor...

Se eu fosse algum rei,
Fosse o teu Senhor
Eu proclamava a tua boca
Um reinado meu
O teu corpo nu, meu santuário

Se eu fosse algum rei,
Teu imperador
Eu ordenava teu coração a gostar do meu
Cada dia teu, meu calendário...

Inventava canções de rei,
Conquistava o teu amor,
Desobedeceria a lei,
Revelava quem eu sou
Te mostrava que só eu sei,
Onde tudo começou
Inventando canções de rei
Pra enfeitar o nosso amor...

ESSA MÚSICA É LIIIIIIIIIIIIIINNNNNNNNNNDA!


Henrique Canary
PSTU



Imagine o fim do mundo. Em sua cabeça agora pipocam cenas do filme “Armagedon”, “2012” ou versículos do Apocalipse. Meteoros, terremotos, guerras e pragas acabam em pouco tempo com tudo o que o homem e a natureza construíram ao longo dos séculos. A vida se extingue na Terra e o planeta gira frio e silencioso no espaço infinito. Imaginou?

Agora imagine o fim do capitalismo. Mais difícil? Nenhuma cena lhe vem à mente? Nenhuma hipótese? Normal. Para a maioria das pessoas é mais fácil imaginar o fim de um planeta inteiro, do que o fim de um sistema social. É como se achássemos que o futebol pode acabar um dia, mas o nosso time favorito – nunca! Como se vê, não faz muito sentido.

A verdade é que o colapso dos sistemas sociais é um fato relativamente comum na história da humanidade e muito mais provável do que a invasão da Terra por alienígenas ou a existência do Godzila. Quando a crise aguda de um sistema social se combina com uma enorme elevação da atividade política das massas, que passam a intervir diretamente no rumo dos eventos históricos, estamos diante de uma revolução social.

As revoluções ocorrem porque as classes sociais não se aposentam. A burguesia não pode ser pacificamente convencida a ceder o seu lugar de classe dominante aos trabalhadores. Também não pode ser expulsa lentamente do poder com a eleição de cada vez mais e mais operários aos cargos públicos. Ela só deixará a cena histórica à força. Dessa maneira, a revolução não é “uma das vias possíveis” para o socialismo. É a única existente.

Toda revolução é impossível...
O senso comum nos ensina que a revolução é impossível porque as pessoas são acomodadas e passivas. Esse argumento tem bastante força. O revolucionário convicto tenta responder, mas olha ao seu redor e não vê nem traço da tal revolução...
De fato, a psicologia humana é bastante conservadora. Ninguém ama a luta e o enfrentamento. Ninguém gosta de arriscar seu emprego em greves e paralisações que não têm nenhuma garantia de vitória. Ninguém quer trocar o presente certo pelo futuro duvidoso.

E, no entanto, dizemos que justamente essa mentalidade passiva e acomodada é a razão mais profunda de todas as revoluções que ocorreram até hoje. Podemos afirmar, sem medo de errar, que as revoluções acontecem não porque as pessoas sejam rebeldes, mas ao contrário: porque são conservadoras.

… até que se torna inevitável!
O conservadorismo e a passividade dos trabalhadores fazem com que a sociedade acumule contradições ao longo do tempo. Os problemas vão se agravando lentamente e nunca se resolvem. A população suporta o máximo que pode sem reagir. Os políticos moderados, que prometem paz e tranquilidade, quase sempre ganham as eleições. Os burocratas, que odeiam as greves e só sabem dizer “sim” à patronal, controlam o movimento sindical sem maiores turbulências. Os líderes traidores são os mais prestigiados.

Mas qualquer mecânico sabe que quanto mais pressionada uma mola, mais energia ela contém e quem a pressiona precisa ter muito cuidado para que ela não voe em seu rosto de repente. Assim, esmagando-se o proletariado durante anos e anos, chega-se a um ponto em que tudo vai pelos ares. De um dia para o outro, as massas despertam para a vida política e saem às ruas para tentar resolver, o mais rápido possível, todos os problemas acumulados durante décadas de passividade. Numa situação dessas, diante de tanto tempo perdido, é inevitável que recorram a ações radicalizadas e a métodos revolucionários. Essa brusca mudança no ritmo de atividade política das massas permanece incompreensível para a burguesia e seus analistas, que atribuem a radicalização do conflito à ação de “infiltrados” e “demagogos”.

É uma contradição: se as massas fossem sempre rebeldes, as revoluções simplesmente não aconteceriam porque a sociedade resolveria os seus problemas na mesma medida em que eles surgem. A energia não se acumularia. A “válvula de escape” estaria sempre aberta, liberando pressão social e garantindo a estabilidade da nação. A história avançaria lenta e pacificamente, sem saltos ou rupturas. Mas o conservadorismo das pessoas faz com que elas adiem a resolução de seus problemas até um ponto em que a vida torna-se insuportável e a revolução, a única saída.

Consciência e correlação de forças
Seria falso, no entanto, dizer que as revoluções acontecem apenas porque a vida torna-se insuportável. Para que uma revolução ocorra, é preciso que haja também uma profunda mudança na psicologia das classes. Mais precisamente: na forma como cada classe enxerga a si mesma e as outras.

Todo o dirigente operário sabe que antes de entrar em uma greve os trabalhadores querem saber se há mesmo condições de vencer. O outro turno vai parar? O que diz a patronal? É verdade que a polícia invadiu a outra planta? A federação pelega vem junto? Os trabalhadores querem saber com que forças podem contar, qual o objetivo preciso da luta e se a direção do sindicato está segura de si ou, ao contrário, vacilante. Assim raciocinam os trabalhadores diante das greves. Nas revoluções não
é diferente.

Graças à ideologia dominante, as massas tendem a acreditar muito mais na força de seus opressores do que nas suas próprias. Para que uma revolução ocorra, é preciso que isso mude e que os trabalhadores passem a enxergar a possibilidade de vitória. Por outro lado, a burguesia, sempre decidida e coesa, precisa estar em crise, dividida, acoada, amedrontada por sua própria impotência. Junto com isso é preciso que as classes médias e os pequenos proprietários, que sempre seguiram a burguesia, olhem com simpatia para o proletariado e suas organizações, ou ao menos se mantenham neutros no conflito. O que provoca todas essas mudanças na consciência das classes é a situação objetiva: a crise econômica, social e política.

Por último, o medo e a divisão da burguesia precisam contaminar as forças armadas, principal pilar de qualquer Estado. Assim, os órgãos repressivos também se dividirão e não serão capazes de deter a marcha do movimento de massas.
Ou seja, é preciso que se inverta a correlação de forças entre as classes a favor do proletariado. As classes precisam trocar de papel, como naqueles filmes em que as pessoas trocam de consciência e passam a pensar uma com a cabeça da outra. Toda essa complexa combinação de fatores pode ser bastante rara, mas não é de nenhum modo impossível. De tempos em tempos ela ocorre. Toda a história o demonstra.

Liderança e organização
O senso comum nos ensina que a revolução é impossível porque não há um líder. Essa afirmação é parcialmente verdadeira e, portanto, parcialmente falsa.

Para o bem ou para o mal, a história demonstra que as explosões revolucionárias acontecem mesmo sem a existência de uma liderança central. Aliás, esse tem sido o grande problema das revoluções: as massas saem às ruas, derrotam exércitos, derrubam regimes e governos, mas não conseguem encontrar uma saída para a situação. A energia revolucionária se dispersa como o vapor saindo de uma panela de pressão mal vedada.
A liderança e a organização são necessárias não para a existência da revolução, mas para que ela seja vitoriosa. Ora, o que é um líder? É aquele que aponta um caminho, que organiza as forças e estabelece os objetivos do combate, que reúne as tropas após a batalha e resume as lições de cada luta. É evidente que as massas precisam disso para vencer.

Toda revolução cria milhões de pequenos líderes que cumprem essas tarefas. Eles surgem naturalmente em cada bairro, fábrica e escola e conduzem as massas em suas ações cotidianas. Mas as redes horizontais não bastam. A revolução não acontece no facebook ou no orkut. Ela precisa de uma estrutura vertical, que organize o proletariado em todo o país e seja capaz de, uma vez derrubada a ordem vigente, estabelecer o seu próprio governo em todo o território nacional. Chamamos essas estruturas de organizações de duplo poder, pois elas rivalizam com o Estado burguês, disputando com ele o controle da sociedade.

Ao longo da história, essas organizações surgiram em praticamente todas as revoluções e receberam distintos nomes: soviets ou conselhos na Rússia de 1917, cordões industriais no Chile dos anos 1970, comitês de fábrica na Alemanha dos anos 1920 etc. A crise do Estado burguês e a autoridade dessas organizações perante as massas fazem com que elas se tornem verdadeiros “Estados paralelos”, emitindo ordens, controlando parte da economia, criando milícias armadas etc. A burguesia vê tudo isso, reclama, esperneia, mas nada consegue fazer. A tomada do poder pelo proletariado deixa de ser um sonho distante e torna-se assim uma tarefa possível e urgente.

Mas tudo isso não basta. É preciso que à frente dessas organizações estejam líderes conscientes, que tenham clareza dos objetivos, que saibam onde querem chegar e por que meios, que saibam propor às massas as tarefas mais adequadas para cada momento. Em outras palavras, é preciso que as organizações de duplo poder sejam dirigidas por um partido revolucionário, disciplinado e combativo, democrático e operário. Todo o heroísmo e a melhor organização do mundo não são nada sem um programa.

Revolução e violência
O senso comum nos ensina que a revolução é ruim porque derrama sangue. Esse argumento soa estranho, sobretudo se olharmos para as favelas do Rio de Janeiro, por exemplo, que não vivem nenhuma revolução, mas onde o sangue dos trabalhadores é derramado todos os dias pelo caveirão, pela milícia e pelos traficantes.

Mas a verdade é que a resposta a esse argumento é: depende. Os revolucionários não são amantes da violência, assim como os operários não organizam piquetes nas greves porque gostam de bater em seus colegas. É uma necessidade da luta.

Não podemos prometer uma revolução “bonita”, “de veludo” ou qualquer outro adjetivo fofo. O proletariado não tem bons modos, talvez porque a burguesia nunca o tenha ensinado. O que podemos dizer é que quanto mais massivo for o apoio à revolução, menos sangue ela derramará. Durante a tomada do poder pelos bolcheviques na Rússia em 1917 morreram sete pessoas, a maioria atropelada acidentalmente pelos blindados que patrulhavam as ruas da capital. A burguesia simplesmente se escondeu. Já na Guerra Civil, organizada pelo imperialismo para derrotar a república soviética, morreram milhões. Quem exerceu a violência foi a contra-revolução, não o proletariado.

Vitória e derrota
A tomada do poder pelo proletariado não encerra a revolução. Ao contrário. As massas tomam o poder porque chegam à conclusão de que sem ele não conseguirão resolver seus problemas mais elementares: comida, paz, terra, liberdade etc. Dessa forma, a instauração do poder operário abre uma nova etapa no processo revolucionário: a etapa das medidas revolucionárias, da ditadura do proletariado. Nessa etapa, as massas se enfrentarão com todo o tipo de inimigo e adotarão todas as medidas necessárias à vitória: a expropriação da burguesia, a planificação econômica, a resistência armada etc.

Assim, para triunfar definitivamente, a revolução precisa se aprofundar dentro do país e se expandir para fora dele, rompendo o cerco imperialista. A sobrevivência da revolução depende de sua capacidade de contaminar outros territórios, em primeiro lugar os países imperialistas mais importantes. Somente assim é possível atar as mãos e os pés do imperialismo e evitar o contra-ataque. Como no futebol, “quem não faz, leva”. A revolução não admite retranca. Qualquer tentativa de “convivência pacífica” com o imperialismo significará a morte lenta da nação proletária. A revolução será internacional ou será derrotada.

Revolução e futuro
A burguesia prefere ver o fim do mundo do que o fim do capitalismo. Talvez porque entenda corretamente que o fim do capitalismo será para ela o fim do seu mundo. Mas só para ela. Para o proletariado, ao contrário, o triunfo da revolução será apenas um novo começo, significará o término da pré-história do homem e o início da verdadeira história da humanidade.


"Ou os estudantes se identificam com o destino 
do seu povo, com ele sofrendo a mesma luta, ou se 
dissociam do seu povo, e nesse caso, 
serão aliados daqueles que exploram o povo."
 (Florestan Fernandes)





Sinopse:

Calígula é uma das mais polêmicas produções do cinema. O único que mostra o show de perversões que o Império Romano escondia, e conta a história de Calígula o mais louco dos imperadores, que mantinha um bizarro caso sexual com sua irmã, e era casado com a mais infame das prostitutas. Ao mesmo tempo que Calígula vivia cercado de bajuladores, tinha também inimigos perigosos, loucos para vê-lo longe do poder. Superprodução com elenco do primeiro time, onde se destacam Malcolm McDowell, Peter O'Toole, John Gielgud e Helen Mirren, Calígula é um filme que choca pela sua beleza e naturalidade com que trata temas considerados tabus pela sociedade.

(Não recomendado para menores de 18 anos, contém cenas de sexo)

Elenco:

Malcolm McDowell ... Caligula
Teresa Ann Savoy ... Drusilla
Guido Mannari ... Macro
John Gielgud ... Nerva
Peter O'Toole ... Tiberius
Giancarlo Badessi ... Claudius
Bruno Brive ... Gemellus
Adriana Asti ... Ennia
Leopoldo Trieste ... Charicles
Paolo Bonacelli ... Chaerea
John Steiner ... Longinus
Mirella D'Angelo ... Livia (as Mirella Dangelo)
Helen Mirren ... Caesonia
Rick Parets ... Mnester (as Richard Parets)
Paula Mitchell ... Subura Singer


Ficha Técnica:

Tamanho: 1,4 Gb
Formato: AVI
Qualidade: DVD Rip
Audio: Inglês
Legenda: Português


DOWNLOAD


Calígula - Traillers de Filmes. por antoniomartinsrocha no Videolog.tv.

02 dezembro 2010


Essa pergunta me veio a cabeça ontem quando vi um vídeo absurdo de um pai que disse que resolveria a homossexualidade do seu filho a base de surra. Isso mesmo, ele está usando a força física para mudar a sexualidade do filho, pode? O que mais me surpreende nesse pai é que ele é membro da Comissão dos Direitos Humanos, muito controverso não? Pois bem, no final desse texto eu coloco o vídeo no qual este monstro que se diz pai, expõe o seu ponto de vista violento sobre a homossexualidade do seu filho. Enquanto isso, quero chamar a atenção dos meus leitores/seguidores, para a pergunta que compõe esse post. Será mesmo que a homossexualidade, ou os primeiros sinais dela na adolescência, pode ser revertida através de métodos arcaicos de violência, como o que foi relatado acima?

Há uns anos, a revista VEJA publicou uma matéria a respeito dessa temática, na qual relatava sobre um encontro na Universidade de Coimbra, onde um especialista enfatizava que se o indivíduo quisesse, ele poderia deixar de ser homossexual. Na época, quando eu li esse matéria tive uma crise de riso, pois já tinha a plena convicção de que não é tão simples assim mudar todo um sistema biopsicológco da noite para o dia. Hoje, depois de muitos anos, a minha opinião está ainda mais fermentada, pois acredito que a possibilidade de um gay deixar de sê-lo é remota. Para ratificar essa informação, conversei com um amigo da área de saúde que me disse que a probabilidade de um individuo mudar a sua sexualidade inexiste. Nas palavras dele, a pessoa, por diversos fatores, pode inibir/mascarar/ocultar o seu desejo pelo individuo do mesmo sexo, mas a atração sexual continuará existindo, adormecida dentro dele.

Se fomos analisar a explicação dada pelo meu amigo, perceberemos que ela faz muito sentido, pois não estamos lidando com fantoches, nem tão pouco com animais de laboratório que são manipulados de acordo com a vontade alheia. Estamos falando de seres humanos que sentem vontades, têm escolhas, desejos, fantasias, opiniões e que, sobretudo, pensam. Se o homem é um ser pensante, logo ele deveria entender que a sexualidade do outro não pode ser revertida baseado apenas em concepções tacanhas de certo e errado. Isto porque, são nesses dois pilares que a homossexualidade é vista, como algo transgressor, aberrador que vai de encontro com o modelo procriativo da nossa sociedade.

Educar um jovem nessa perspectiva é um crime a integridade física-psicológica dele. A adolescência, época conturbada na transição para a vida adulta, deve ser guiada pelos pais com cautela e muito respeito. Cautela por que, temos que observar, acompanhar e orientar esses jovens para caminhos seguros, educando-os para a vida, sem interferir diretamente nas suas escolhas ou decisões. O papel dos pais é de um professor sendo que com mais intimidade. E respeito porque, nem sempre os filhos realizam as vontades dos pais, pois muitas vezes estes esquecem que a graça da juventude é ser arbitrária e fora dos padrões estabelecidos pelos cânones familiares. Cabe aos pais entenderem e aceitarem o que os filhos decidiram para a vida deles, com tolerância e respeito.

Partindo desse principio, a atitude violenta narrada no parágrafo introdutório é inconcebível. A sexualidade não é uma massa de modelar na qual batemos e construimos uma forma nova. Ela é evolutiva, e vai se desenvolvendo com a evolução do indivíduo dentro da sociedade. É evidente que há uma propensão genética para isso, coisa que já está sendo pesquisada por vários especialistas, mas na minha visão já é um fato. Acredito que exista uma pré-disposição para que uma pessoa seja homossexual e que ela se manifeste nas relações interacionais. Mesmo assim, ainda não tem uma teoria que afirme o surgimento da homossexualidade, nem tão pouco o fim dela. Freud, grande nome dos estudos psicanalíticos, dizia que o ser humano era composto por três bases sexuais: a bissexualidade, a heterossexualidade e a homossexualidade. O que falta em determinadas pesquisas que tentam "reintegrar" o homossexual num plano heteronormativo é estudar um pouco mais a fundo as contribuições freudianas sobre a sexualidade.

Teorias a parte, o que não pode ser permitido é que a sociedade ache normal um pai ou mãe, tentar mudar a sexualidade do filho a base de porrada e ponta-pés. Não serão com atos violentos dessa natureza que educaremos nossa juventude. O que precisa ser feito é uma reeducação sexual, não aquela que fala apenas das IST - Infecções Sexualmente Transmissíveis, de extrema importância para os primeiros passos da vida sexual da juventude, mas também uma educação LGBTT, na qual os pais falariam abertamente com os seus filhos sobre a pluralidade sexual existente na sociedade e que ele é livre para viver a sua sexualidade da forma que ele achar melhor. Falta esse entendimento sobre a diversidade sexual na nossa sociedade. Uma liberdade assistida pelos pais, mas não oprimida, pois não é de forma opressiva que transformaremos os jovens, como se fossem marionetes.

PARA QUEM ACHA QUE A VIOLÊNCIA RESOLVE, AI VAI O VÍDEO QUE EU FALEI:


PARA QUEM QUER UM CAMINHO RACIONAL PARA EDUCAR SEU FILHO, ACEITANDO A SUA SEXUALIDADE, O VIDEO É ESSE AQUI:



Debaixo Dos Caracóis Dos Seus Cabelos

Caetano Veloso

Composição: Roberto Carlos

Um dia a areia branca
Teus pés irão tocar
E vai molhar seus cabelos
A água azul do mar

Janelas e portas vão se abrir
Pra ver você chegar
E ao se sentir em casa
Sorrindo vai chorar

Debaixo dos caracóis dos seus cabelos
Uma história pra contar
De um mundo tão distante
Debaixo dos caracóis dos seus cabelos
Um soluço e a vontade
De ficar mais um instante

As luzes e o colorido
Que você vê agora
Nas ruas por onde anda
Na casa onde mora

Você olha tudo e nada
Lhe faz ficar contente
Você só deseja agora
Voltar pra sua gente

Debaixo dos caracóis dos seus cabelos
Uma história pra contar
De um mundo tão distante
Debaixo dos caracóis dos seus cabelos
Um soluço e a vontade
De ficar mais um instante

Você anda pela tarde
E o seu olhar tristonho
Deixa sangrar no peito
Uma saudade, um sonho

Um dia vou ver você
Chegando num sorriso
Pisando a areia branca
Que é seu paraíso

Debaixo dos caracóis dos seus cabelos
Uma história pra contar
De um mundo tão distante
Debaixo dos caracóis dos seus cabelos
Um soluço e a vontade
De ficar mais um instante

Sinopse:


Serra Leoa, final da década de 90. O país está em plena guerra civil, com conflitos constantes entre o governo e a Força Unida Revolucionária (FUR). Quando uma tropa da FUR invade uma aldeia da etnia Mende, o pescador Solomon Vandy (Djimon Hounson) é separado de sua família, que consegue fugir. Solomon é levado a um campo de mineração de diamantes, onde é obrigado a trabalhar. Lá ele encontra um diamante cor-de-rosa, que tem cerca de 100 quilates.

Solomon consegue escondê-lo em um pedaço de pano e o enterra, mas é descoberto por um integrante da FUR. Neste exato momento ocorre um ataque do governo, que faz com que Solomon e vários dos presentes sejam presos. Ao chegar na cadeia lá está Danny Archer (Leonardo DiCaprio), um ex-mercenário nascido no Zimbábue que se dedica a contrabandear diamantes para a Libéria, de onde são vendidos a grandes corporações. Danny ouve um integrante da FUR acusar Solomon de ter escondido o diamante e se interessa pela história. Ao deixar a prisão Danny faz com que Solomon também saia, propondo-lhe um trato: que ele mostre onde o diamante está escondido, em troca de ajuda para que possa encontrar sua família. Solomon não acredita em Danny mas, sem saída, aceita o acordo.

Elenco:

Leonardo DiCaprio

(Danny Archer)

Jennifer Connelly

(Maddy Bowen)

Djimon Hounson

(Solomon Vandy)

  • Kagiso Kuypers (Dia Vandy)
  • Arnold Vosloo (Coronel Coetzee)
  • Antony Coleman (Cordell Brown)
  • Benu Mabhena (Jassie Vandy)
  • Anointing Lukola (N'Yanda Vandy)
  • David Harewood (Capitão Poison)
Ficha Técnica:

título original:Blood Diamond

gênero:Aventura

duração:2 hr 18 min

ano de lançamento: 2006

site oficial: http://www.diamantedesangue.com.br

estúdio: Warner Bros. Pictures / Virtual Studios / Spring Creek Productions / Initial Entertainment Group / Bedford Falls Productions

distribuidora: Warner Bros.

direção: Peter Wenham

roteiro: Charles Levitt, baseado em estória de Charles Levitt e C. Gaby Mitchell

produção: Gillian Gorfil, Marshall Herskovitz, Graham King, Darrell Roodt, Paula Weinstein e Edward Zwick

música: James Newton Howard

fotografia: Eduardo Serra

direção de arte: Peter Wenham

figurino: Peter Wenham

edição: Steven Rosenbum

efeitos especiais:11 Mediaworks / Flash Film Works / LOOK! Effects Inc. / Rising Sun Pictures


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Você sabia que eu sou louco por você? Não?
Que eu cometeria qualquer loucura para estar ao teu lado?
Subiria ao céu, enfrentaria até o diabo
Só para saborear mais uma vez desse pecado
Você sabia que eu seria capaz de qualquer loucura? Não?
Desde subir montanhas até chegar a lua
Apenas para provar da tua boca nua

Você sabia que esse meu sentimente é profundo? Não?
Eu desceria até o oceano mais fundo
Desse ou de qualquer outro mundo
Para te provar esse sentimento profundo

01 dezembro 2010

Olá gente!

Desafios fazem parte da vida de todos nós. Todos os dias nos deparamos com coisas inusitadas, tarefas a serem feitas, compromissos inadiáveis e uma infinidade de percalços que fazem com que a vida nos mostre que para sobreviver nessa terra sem lei é preciso ser astuto. Partindo desse principio, eu recebi um desafio do meu amigo do blog Três Egos , no qual é proposto uma serie de 7 questionamentos, consequentemente com 7 respostas para cada pergunta.

Fiquei muito entusiasmado com a ideia e espero que vocês gostem do que será dito.

7 COISAS QUE EU TENHO QUE FAZER ANTES DE MORRER

Terminar a minha faculdade;
Conseguir um cargo público, consequentemente estabilidade financeira;
Comprar um carro novo;
Morar sozinho, pois sinto falta de ter um pouco mais de privacidade;
Educar o meu sobrinho/filho, para que ele tenha tudo o que eu não tive;
Aprender a falar francês, pois acho o idioma mais lindo que existe;
Conhecer a Índia e o seu misteriosoTaj Mahal.

7 COISAS QUE MAIS DIGO

Nesse quesito eu sou bem tradicional. Uso os cumprimentos triviais do nosso dia-a-dia. Apenas uma ou duas expressões fogem a regra:

Neh?! - Essa expressão eu uso para tudo...Neh?!
Entendo! - Momentos de reflexão.
Bom dia!
Boa tarde!
Boa Noite!
Tudo bem gato (a)?
Olá!

7 COISAS QUE EU FAÇO BEM

Bolo;
Sobrancelha;
Coreografia ( sou bailarino);
Texto (preferencilamente artigos e redações);
Persuadir - Sou ótimo em convencer as pessoas;
Falar em público - Não tenho nenhum problema com isso;
Opinar - sempre exponho os meus ponto de vista nos momentos mais apropriados.

7 DEFEITOS MEUS

Sou egoísta;
Possessivo;
Intransigente;
Rancoroso;
Preguiçoso;
Impaciente;
Vingativo.

7 COISAS QUE EU AMO

Minha família;
Minhas leituras;
Meus amigos;
Minha liberdade;
Viajar;
Dançar;
Aprender.

7 QUALIDADES

Sinceridade;
Honestidade;
Companheirismo;
Compreensão;
Gratidão;
Respeito;
Tolerância.

7 PESSOAS PARA FAZER ESSE JOGO

Rafaela do blog Caixinha de Pandora
Marcelo do blog Dalla
Marega do blog Roseane Marega
Julio Moura do blog Live and Let Live
Victor Ricardo do blog Vitrine Urbana
Michel Chaves do blog Nem Comento
Rafael do blog J.Rafael (Jimmy)

Espero que vocês tenham gostado da brincadeira e das minas sinceras palavras.