Mostrando postagens com marcador Indicações. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Indicações. Mostrar todas as postagens

22 novembro 2012


Sinopse

Os O'Brien (Brad Pitt e Jessica Chastain) tiveram três filhos, criados com grande rigidez pelo pai. O mais velho deles, Jack (Sean Penn), sempre teve atritos com o pai, em parte por reconhecer em si mesmo um pouco dele. Além disto, já adulto, Jack enfrenta um forte sentimento de culpa devido à morte de seu irmão.

28 junho 2012


O Ser Feliz é Ser Livre tem a honra de apresentar para todo o Brasil uma artista que será o futuro expoente da música Nacional, Nanau Nascimento. Esta cantora, ainda desconhecida do grande público, está lançando um Cd solo, intitulado de Roda da Vida, trabalho este ritmado com o puro e autêntico samba brasileiro, incrementado, com pitorescas batidas da cultura pernambucana, terra natal da cantora. O título desse álbum faz jus ao seu propósito maior: criar um elo vívido entre todas as culturas por onde o samba introjetou suas mais sinuosas cadências.

Fruto de uma grande mistura musical, o samba é um dos mais reconhecidos ritmos da nossa cultura. Suas múltiplas facetas se manifestam de norte a sul do Brasil e não há por aqui alguém que não se identifique com os seus batuques, letras e melodias. Foi pensando nessa diversidade e na importância que o samba exerce em nossas vidas que Nanau Nascimento decidiu gravar esse Cd, unicamente dedicado a ele. Tamanha ousadia resultou no “Roda da Vida”, o seu primeiro trabalho solo. Nele, músicas que falam de amor, religiosidade, alegrias e tristezas retratam temas do cotidiano desse povo brasileiro que é intimamente ligado ao samba.

Nanau Nascimento é Pernambucana, nascida na cidade de Recife, e desde pequena tem a música como dádiva e, posteriormente como instrumento de trabalho. Ainda na adolescência, participou de várias bandas de gêneros musicais variados e pouco a pouco foi conquistando o carinho do público com a sua simpatia e o seu incontestável talento. Dona de uma voz doce e aveludada, ao mesmo tempo forte e profundamente melodiosa, Nanau é muito elogiada por onde passa por sua afinação e bom gosto musical. Cantores, compositores entre tantos outros artistas do estado de Pernambuco, que a conhecem, são unânimes em dizer que ela é uma grande promessa da nossa música popular brasileira, e o Roda da Vida é a prova máxima disso.

Cada canção que embala o repertório é digna dos tradicionais clássicos do gênero que se consagraram pelo país. É claro que, como legítima pernambucana, Nanau adicionou sutis, mas perceptíveis, influências musicais do seu estado. Nas melodias, a presença dos metais enriqueceu a cadência do samba, dando a ele uma ritmada desenvoltura. Em algumas canções, singularidades da cultura do seu estado se fazem presentes, engrandecendo ainda mais as letras dos sambas. Destaque especial para a última faixa do Cd, a qual o mais popular ritmo de Pernambuco, o frevo, se apresenta ao maior ritmo do Brasil, o samba.

Dessa união nasceu o “Roda da Vida”, uma vanguardista representação do samba, em toda a sua plenitude. Trabalho musical que mimetiza os grandes sambas que enaltecem a musicalidade do nosso país, enquanto, ao mesmo tempo, mescla o que há de mais autêntico da cultura de Pernambuco. Cd que não canta apenas o samba do nordeste, mas dialoga com todos os estados por onde o samba fincou suas raízes. Em outras palavras, uma coletânea das infinitas formas que o samba pode se apresentar. Tal mistura só confirma que o samba faz parte da identidade nacional e, por isso, merece ser cantado das variadas maneiras que o fizeram ser o ritmo mais difundido do Brasil.

Por isso, Nanau Nascimento convida você a navegar nas ondas do samba e se aventurar com ela nas suas profundas águas. Ela espera cantar, dançar, emocionar e encantar todos vocês com esse trabalho que foi idealizado com muito carinho e esmero, para proporcionar a todos o que há de mais genuíno na música brasileira. Louvação e romantismo são, portanto, temas dos quais as canções expressam sentimentos comuns da alma humana, sobretudo aqui no Brasil, onde o samba se configura como elemento simbólico da cultura do país. Pois ela, Nanau Nascimento, representa uma nação que é apaixonada por música e pelo samba. E como ela bem descreve em uma das suas faixas: Eu sou o samba, eu sou do samba. E mesmo sendo nordestina ela diz: “[...] o samba também é nosso, é Brasil. O samba de Pernambuco é Brasil [...]”.

Espero que gostem:






19 janeiro 2012



Canalha!
Retrato poético e divertido do homem contemporâneo

Formato: 14 x 21 cm Número de Páginas: 320
ISBN 9788528613421

O novo canalha em ação

Carpinejar destila irreverência e poesia
para retratar o homem contemporâneo

Canalha!, novo livro de crônicas do escritor gaúcho Fabrício Carpinejar, é uma provocação desde o título. Um ato corajoso e irreverente contra os rótulos masculinos. Uma leitura divertida do homem contemporâneo, perplexo e desorientado com as transformações de comportamento e a dissolução dos papéis fixos familiares. O autor mostra que o canalha mantém o charme sexual, mas não é mais o mesmo apregoado pelo Nelson Rodrigues e tantos escritores da metade do século XX.

“Aquele cafajeste de outrora mudou, não é mais o tipo machista e intolerante. Esqueça os personagens de Jece Valadão”, afirma Carpinejar. “Há outro canalha mais perigoso em ação, uma mutação cultural: um canalha caseiro, que não tolera preconceito (aceita ser confundido com gay e entende o chamado como um elogio), que vai fundo no sofrimento para não repeti-lo, gentil dentro das expressões, que ama demasiado os filhos, que se veste com estilo, mas não se importa com o que os outros vão pensar, que encontra a autocrítica no humor, que se aproxima de uma mulher para roubar sua alma (porque o corpo é muito influenciável.”

São crônicas que respeitam sua natureza original de conversa: amáveis e despretensiosas, com jeito de pintassilgo no muro. Para serem saboreadas tanto no café-da-manhã, ao lado de uma boa xícara com leite quente e farelos de pão, ou numa mesa romântica, com a toalha manchada de vinho. E por que não numa leitura a dois na cama, atuando como preliminares?

As verdades mais fortes acabam ditas com delicadeza. Textos leves, chamando o leitor para cada vez mais perto. Uma percepção toda nova do cotidiano, admitindo as imperfeições e as gafes, sem medo de viver para evitar sofrimentos.

“Não crie arrependimentos por aquilo que não foi feito. Sejamos mais reais em nossas dores”, propõe na crônica “Insista”. Puro carisma de um autor, que mede o mundo com as palavras e os gestos, disposto a se abrir e emoldurar as lembranças com suas histórias.

Carpinejar cria uma espécie de contraponto viril de sua coletânea de sucesso, O Amor Esquece de Começar (2006). Defende a “alma masculina” como sinônimo de sensibilidade. Analisa as relações amorosas, homenageia a amizade dos detalhes e as preciosidades da rotina, desfaz tabus sociais. É capaz de provar a gravidez masculina, onde o homem não contará para a amada que aguarda seu filho no ventre, ou de destacar o cuidado dos velhos pais com seus filhos adultos, preservando o quarto deles exatamente como deixaram ao saírem de casa.

O texto de orelha é assinada por Xico Sá: “Entre uma canalhice explícita e um inocente ‘Ivo viu a uva’, Carpinejar, o cronista, o poeta, o fabulador, o mito, o homem, o álbum branco dos Beatles, nos enfeitiça, desgraçado bom de lábia, de escrita e de jabs. Parece golpe baixo, mas o cara é capaz de observar o origami da pressa que foi feito, pela mulher, com o papelão cortado do biquinho da caixa de leite, donde sugere um peito platônico ou quase, pelo menos para os tarados de plantão terá sido mais ou menos isso, por supuesto”.

Textos como “O fim é lindo”, “Sexo depois dos filhos”, “Emprestando roupas ao marido”, “Amor é coisa de boteco”, “É adorável uma mulher toda nua, ou quase, de meias brancas”, “O orgasmo feminino e o quindim” e “Procura-se um brinco”, entre muitos outros, fazem de Canalha! um livro para homens e mulheres – casados ou solteiros, lobos ou cordeiros.

Diferente dos dicionários e muito além do significado dos vocábulos, o escritor gaúcho apanha o sentimento da pronúncia.

Visto no site: Fabrício Carpinejar

17 janeiro 2012

Capa-do-livro-O-cidadao-de-papel

Brasil, país de grandes juristas e legisladores. Brasil, país em que os processos correm na justiça por anos a fio sem que, muitas vezes, se chegue a um termo satisfatório.

Brasil, onde temos presenciado e participado nos últimos anos de grandes e benéficas modificações na educação. Brasil, onde há crianças que ainda não conseguem chegar a escola e outras que, mesmo estando lá, saem sem que tenham aprendido muita coisa.

Brasil, pátria pródiga na produção de alimentos, um dos celeiros do mundo, o maior produtor e exportador mundial de açúcar, café, soja, frango e laranja. Brasil onde muita gente ainda passa fome e o governo tenta implementar políticas sociais de resgate da cidadania, como o "Fome Zero".

Brasil, local de nascimento de grandes expoentes das artes e do esporte como Tom Jobim, Jorge Amado, Tarsila do Amaral, Maria Esther Bueno, Pelé ou Ayrton Senna. Brasil, onde milhares de crianças são condenadas diariamente a vagar pelos sinais, por bares, por prostíbulos e tantos outros lugares deprimentes em busca da sobrevivência.

O livro "O Cidadão de Papel", do jornalista Gilberto Dimenstein, produzido nos primeiros anos da década de 1990, nos apresentou esse país de contrastes tão grandes. Uma das maiores economias do planeta e, ao mesmo tempo, um dos lugares mais socialmente injustos para se morar. As notícias divulgadas nos jornais todos os dias, vistas por muitos de nós como contingência de um sistema, ou seja, como algo contra o qual não adianta lutar, constituem a base e a referência para esse exame minucioso.

Dimenstein procurou focar sobre as questões sociais e seu impacto na vida dos pequenos brasileiros, das crianças.

Partiu da Declaração Universal dos Direitos Humanos e nos mostra, ao longo das páginas de seu livro, como estamos distantes da aplicação prática de elementos básicos e fundamentais para que possamos conceder a nossas crianças e jovens um mínimo de dignidade.

Imagem-de-rapaz-em-meio-a-lixaoImagem-de-duas-criancas-deitadas-nochao
Os lixões e a falta de moradia são dois flagelos que persistem no
cotidiano de muitas famílias e crianças brasileiras.

Círculo Vicioso

dignidade . [Do lat. dignitate.] S. f. Respeito a si mesmo; amor-próprio, brio, pundonor (Sentimento de dignidade; brio, honra, decoro).

Quando falamos em dignidade em termos práticos abordamos questões como educação, habitação, alimentação, saúde, lazer, trabalho, consideração e respeito.

Se falta dinheiro para conseguir comida, muitas famílias colocam seus filhos nas ruas e exigem que eles consigam, de alguma forma, obter os recursos necessários e, ao voltar para casa (quando ela existe), contribuir com os pais e irmãos.

Se a criança está na rua, engraxando sapatos, vendendo balas nos semáforos das grandes metrópoles, se prostituindo nas esquinas mais movimentadas dos grandes centros urbanos, catando restos em lixões, cometendo pequenos furtos ou cheirando cola, ela definitivamente está muito longe de onde realmente deveria estar, a escola.

Se a escola não é parte constante da realidade de uma criança ou de um adolescente, as probabilidades dessa criança ter boas chances no futuro são ínfimas, ou seja, extremamente reduzidas. Sem livros, alimentos, interação com professores e colegas num ambiente arejado e saudável, é pouco provável que essa pessoa consiga abandonar as ruas, se integrar ao mercado de trabalho, formar família, prover suas necessidades de forma adequada ou mesmo obter respeito próprio.

"O Cidadão de Papel" nos mostra como, apesar da Declaração Universal dos Direitos Humanos e de todos os modernos códigos legais que regem o nosso país (da Constituição ao Código Civil, do Código Penal ao Código do Consumidor, passando por tantos outros), o Brasil não conseguiu vencer a chaga da desigualdade social e da péssima distribuição de renda.

Imagem-dos-escritos-dos-Direitos-Humanos
Apesar das Declarações de Direitos e Códigos de Leis, ainda estamos muito longe de
atingir uma situação de justiça social, por isso a cidadania ainda não saiu do papel...

Atualíssimo

Já se passaram mais de dez anos desde a publicação do livro de Dimenstein. Os ares da democracia se estabeleceram no país (vencemos o autoritarismo e a ditadura), os mandatos presidenciais de Fernando Henrique Cardoso e Luis Inácio Lula da Silva tem realizado notáveis progressos em diversos setores, especialmente na estabilização da economia, entretanto, as contundentes afirmações do "Cidadão de Papel" continuam a assombrar o Brasil.

Quem lê o livro hoje não vê grande diferença entre o que se passava no país a dez ou doze anos atrás em relação ao que acontece hoje, nos anos iniciais de um novo século (e milênio).

Há muitas crianças nas ruas. O maior e mais divulgado projeto governamental é o Fome Zero (o que demonstra que o flagelo da subnutrição e da desnutrição, causados pela miséria, continua existindo no Brasil). A violência se alastra. Muitas crianças ainda estão fora da escola. Postos de saúde e hospitais continuam lotados (povo doente é sinal de má alimentação, falta de instrução, pobreza). Os lixões ainda constituem fonte primordial de trabalho e sustento de muitas famílias...

Desenho-de-homem-sentado-lendo-e-mulher-sentada-amamentando-com-semblante-feliz-com-o-rosto-de-uma-crianca-aparecendo-atras-dela

O que fazer?

"O Cidadão de Papel" tem fomentado discussões e debates, portanto tem cumprido seu papel. A partir de suas páginas foram montadas peças teatrais. O valor do trabalho foi reconhecido com láureas importantes como o prêmio Jabuti (um dos mais importantes da literatura nacional) em 1993. Nas escolas tem sido utilizado e lido por vários professores e alunos, tanto na rede pública quanto na privada.

O primordial passa a ser transformar toda a indignação e insatisfação com o que lemos nas páginas dessa obra em ações que revertam benefícios para a comunidade em que vivemos.

Isso significaria, por exemplo, organizar os estudantes para ações como coletas de alimentos, doação de livros, campanhas de agasalhos, atividades culturais que abordassem os temas e incentivassem uma maior solidariedade, visitas a instituições que prestam auxílio a crianças carentes,...

Tenho certeza que isso já está acontecendo. Falo por experiência própria. Adotei o livro logo que ele foi lançado. Acompanhei suas atualizações. Discuti vários tópicos com os alunos. Organizamos projetos e trabalhos. Mesmo que com alcance regional, colhemos frutos. Dedicamos o pouco que fizemos a leitura de "O Cidadão de Papel", queremos apenas que em muitas outras cidades aconteça o mesmo...

Visto no: Planeta Educação

03 janeiro 2012

Contam-se nos dedos os bons filmes produzidos por Hollywood. Infelizmente, o mesmo pode ser dito de Bollywood, a indústria de cinema indiana. Por isso, é uma grata surpresa se deparar com pérolas raras como o filme “Como Estrelas na Terra – Toda criança é especial” (“Taare Zameen Par – Every child is special”, no original, lançado nas salas indianas no fim de 2007). O filme rapidamente conquistou uma legião de admiradores na Índia e no mundo, recebendo os prêmios de melhor filme e melhor ator pela crítica, além do prêmio de melhor direção, para Aamir Khan, e de melhor letra de música pelo Filmfare Awards.

“Como Estrelas na Terra” revela extrema sensibilidade e consegue captar a magia do universo infantil, mostrando que crianças são crianças em qualquer lugar do mundo. A história é centrada em Ishaan Awasthi, de 8 ou 9 anos de idade, que sofre com dislexia, dificuldade de aprendizado e, pior, incompreensão. O filme contrasta o mundo massificante orientado para o capitalismo com a valorização do indivíduo, com suas diferenças, virtudes e defeitos.

Incapazes de lidar com o “filho problema”, os pais de Ishaan resolvem matriculá-lo num colégio interno. Ali o garoto se fecha ainda mais em seu mundo depressivo. Com saudades da família e oprimido por professores insensíveis, o menino começa a “morrer” aos poucos.

Mas tudo muda quando um professor de arte substituto chega ao colégio e percebe que há algo de errado com Ishaan. Tem início, então, a aventura de “ressuscitar” o garoto que, na verdade, se revela um gênio da pintura.

É um filme emocionante, bem feito e que vale a pena ser visto por toda a família.

Michelson Borges



09 junho 2011

Sinopse

Anos 60. Charles Xavier (James McAvoy) é formado em teologia e filosofia e realiza um trabalho de pós-graduação junto às Nações Unidas. Na univesidade de Oxford ele conhece Erik Lehnsherr (Michael Fassbender), filho de judeus que foram assassinados pelos nazistas durante a 2ª Guerra Mundial. Erik apenas escapou graças ao seu poder mutante de controlar metais, que permitiu que fugisse para a França. Ao término da guerra, Erik passou a trabalhar como intérprete para a inteligência britânica, ajudando judeus a irem para um país recém fundado, hoje chamado Israel. Charles e Erik logo se tornam bons amigos, mantendo um respeito mútuo pela inteligência e ideais do outro. Em 1965, Charles decide usar seus poderes psíquicos para ensinar jovens alunos mutantes a usarem seus dons para fins pacíficos. Nasce a Escola para Jovens Superdotados, gerenciada pelos dois amigos.

Elenco

James McAvoy

James McAvoy

(Professor Charles Xavier)

Michael Fassbender

Michael Fassbender

(Erik Lehnsherr / Magneto)

Kevin Bacon

Kevin Bacon

(Sebastian Shaw)

January Jones

January Jones

(Emma Frost / Rainha Branca)

Jennifer Lawrence

Jennifer Lawrence

(Raven Darkholme / Mística)

Oliver Platt

Oliver Platt

(Homem de Preto)

Hugh Jackman

Hugh Jackman

(Logan)

Ficha Técnica

título original:X-Men: First Class

gênero:Aventura

duração:2 hr 12 min

ano de lançamento: 2011

site oficial: http://www.x-menfirstclassmovie.com/

estúdio: Twentieth Century Fox Film Corporation | Bad Hat Harry Productions | Donners\\\' Company

distribuidora: Twentieth Century Fox Film Corporation (EUA) |

direção: Matthew Vaughn

roteiro: Jane Goldman, Jamie Moss Ashley Miller, Zack Stentz e Josh Schwartz, baseados no argumento de Bryan Singer

produção: Bryan Singer, Gregory Goodman, Simon Kinberg e Lauren Shuler Donner

música: Henry Jackman

fotografia: Ben Davis

direção de arte: Paul Booth e James Hambidge

figurino: Sammy Sheldon

edição: Eddie Hamilton e Jon Harris

efeitos especiais:4DMax / Cinesite / Digital Domain / Luma Pictures / Method Studios / Moving Picture Company / The Senate Visual Effects / The Third Floor / Spectral Motion / Trixter Film / The Visual Effects Company

TRAILER


19 abril 2011

08 de abril de 2011 | 13h 18

IGOR GIANNASI - Agência Estado


A história de um triângulo amoroso entre um homem, uma mulher e o amante morto que retorna como fantasma soa familiar ao público brasileiro. Mas a semelhança entre "Dona Flor e Seus Dois Maridos", dirigido por Bruno Barreto e baseado no romance de Jorge Amado, e "Contracorrente", primeiro longa-metragem do diretor peruano Javier Fuentes-Léon, acaba por aqui. Se o tom é de comédia no filme brasileiro, na coprodução entre Peru, Colômbia, França e Alemanha que estreia nesta sexta-feira em salas de cinema de São Paulo, Rio, Belo Horizonte e Porto Alegre, a abordagem é dramática e, mais que isso, trata do envolvimento romântico de dois homens.

Em uma pequena e religiosa cidade de pescadores no norte do Peru, o pescador Miguel, interpretado pelo ator boliviano Cristian Mercado, vive com a mulher Mariela (a atriz peruana Tatiana Astengo), grávida do primeiro filho do casal. Ao mesmo tempo, ele mantém um romance secreto com um forasteiro, o pintor Santiago, papel do colombiano Manolo Cardona, que não é bem visto pelos outros moradores do vilarejo por conta de seus hábitos considerados estranhos.

A súbita morte de Santiago, em um mergulho acidental no mar, traz um conflito para o pescador: enterrar o corpo do amado como manda as tradições locais para que sua alma possa descansar em paz ou continuar o romance com o fantasma dele, já que assim, pode, por exemplo, andar de mãos dadas com ele pela cidade, sem a reprovação das pessoas. "Eu queria contar uma história de amor que é muito romântica, com grandes dilemas, com um final tocante mas com algum tipo de final positivo e esperançoso", diz o diretor Fuentes-Léon, em entrevista por telefone de Los Angeles, onde mora.

Para que conseguisse humanizar esta história de amor, Fuentes-Léon destaca que a química entre os três vértices do triângulo foi essencial. "Eu precisava que o público também se apaixonasse pelo pintor. Que não pensasse que ele estava destruindo uma família, o que seria ruim para a história porque as pessoas poderiam não se conectar com o romance entre os dois."

Fuentes-Léon considera seu primeiro trabalho em longa-metragem como "muito pessoal", ainda que não tenha vivido nada tão dramático quanto no filme. Homossexual assumido, conta que assim como Miguel, sentiu medo de ser rejeitado quando era mais jovem, mas conseguiu superar essa fase, inclusive tendo o apoio da família. "Claro que a sociedade não ajuda, especialmente com pessoas que estão lutando com sua própria identidade sexual, mas, geralmente, nosso pior inimigo não são os outros, mas nós mesmos."

Com o filme, o diretor deseja que o público gay possa se enxergar nele e encontrar algum tipo de esperança - algo que ele não conseguia reconhecer nos filmes de amor os quais cresceu assistindo. Já para o público heterossexual, a identificação deve ocorrer no esforço do protagonista em ser fiel a quem realmente ele é.

O diretor comenta que "Contracorrente" é apenas o segundo filme feito no Peru que aborda diretamente a questão da homossexualidade. O antecessor foi "Não Conte a Ninguém", de 1998, dirigido por Francisco Lombardi e baseado no romance autobiográfico do escritor peruano Jaime Baily. "Mas eu acho que este é o primeiro a colocar o tema numa visão positiva porque em ''Não Conte a Ninguém'', no final, a mensagem é de manter se escondendo e neste é seja você mesmo."

02 abril 2011


Visto no: Cinema na Rede

O jovem Dorian Gray, ao chegar à Londres vitoriana, é apresentado à alta sociedade pelo hedonista Henry Wotton, que mostra a ele a beleza dos prazeres da cidade. Enquanto isso, Basil Hallward, amigo de Henry, pinta um retrato buscando eternizar a beleza e juventude do rapaz. Ao ver o retrato e sobre influência de Henry, Dorian se dá conta do poder da sua juventude e faz um juramento, no qual daria sua alma para ficar com a aparência exatamente como em sua pintura.

Enquanto o quadro, agora trancado no sótão, começa a envelhecer, Dorian permanece o mesmo. O jovem então goza cada vez mais dos prazeres, já que nenhuma cicatriz, doença ou nem mesmo o tempo o marcará. Basil insiste inúmeras vezes em ver o quadro, e então é assassinado por Dorian para que seu segredo seja guardado. Para não ser descoberto, ele foge da cidade e retorna apenas 25 anos depois.

Ao retornar a Londres, Dorian é atormentado por seu passado e por sua consciência, além de levar uma vida sem amor. Ele precisa enfrentar os boatos da cidade sobre seu suposto pacto com o diabo, já que não envelheceu um único dia. Além de afrontar os desejos de seu velho amigo Henry, devido ao seu interesse por sua filha, Emily (Rebecca Hall).

É possível notar no filme uma porção de fidelidade ao livro, um clássico de Oscar Wilde, seguida por outra com a forte presença da versão do diretor e dos roteiristas. O filme é recheado de um clima de terror, principalmente pela figura horrível do quadro que guarda a alma de Dorian, e esse clima é reforçado pela trilha sonora.

A questão sobre o poder da beleza e da perfeição é o tema central do livro, e sensivelmente representado no filme. O tema é extremamente atual, já que vivemos em uma sociedade que vive em torno da preocupação com a imagem. A “era da cirurgia plástica” nos traz de volta à questão que Oscar Wilde já tratava no século XIX.

O longa conta com um excelente elenco, contando com a atuação impecável de Colin Firth. O jovem Ben Barnes também se destaca, levando o personagem da ingenuidade ao crime, com louvor. O Retrato de Dorian Gray só estreará esse mês no Brasil, apesar de já ter estreiado há aproximadamente dois anos na Europa. Portanto, já está mais do que na hora de assistir a este ótimo filme.



Vale começar este texto com um lugar-comum: O Retrato de Dorian Gray é um clássico da literatura mundial, claro. Dentre vários aspectos que justificam a grandeza literária da obra de Oscar Wilde, destaca-se a atemporalidade de sua temática. Afinal, em tempos modernos, com a deliberada “ditadura da beleza”, não são poucos os que venderiam a alma para conservar o perfeito aspecto físico por toda a vida. Infelizmente, o filme do diretor Oliver Parker deixa a desejar.

A nova versão cinematográfica de O Retrato de Dorian Gray tem aura pop e várias convenções do gênero terror. Dorian Gray (Ben Barnes) é um jovem belo e puro que ao ser influenciado pela filosofia hedonista do Lord Henry Wotton (Colin Firth) transforma-se em um homem disposto a desfrutar intensamente os prazeres mundanos da vida, de forma imoral e corrupta. Vaidoso, Gray deseja que a sua imagem no quadro do pintor Basil Hallward (Ben Chaplin) envelheça em seu lugar. O milagre tem um preço alto a ser pago.

A tentativa de substituir a sisudez e austeridade de um ambiente antigo e imprimir cores modernas com um ritmo ágil, no entanto, é comprometedora para a obra. Além disso, o filme flerta com o trash, diante de sustos gratuitos e as representações gráficas mal elaboradas do quadro de Dorian em processo de deformação. O uso abusivo da trilha sonora como artifício para criar tensão, por outro lado, ratifica o tom over da realização.

Os cortes abruptos que conflagram a necessidade descompassada em mostrar ação, não abrem espaço para o necessário desenvolvimento dos personagens na narrativa. Surgem as fragilidades do roteiro que não os ilustram como figuras multifacetadas. O bondoso pintor Basil, apesar da boa atuação de Chaplin, tem participação ínfima na trama e é mostrado como um mero conselheiro ignorado por Gray.

Como Dorian Gray, Ben Barnes, apesar de demonstrar a afetação do personagem de forma correta, não consegue imprimir o peso dramático necessário para carregá-lo até o fim, e exagera nos trejeitos. Em compensação, o atual oscarizado Colin Firth rouba a cena ao conceber um Lord Henry sem escrúpulos e um senso de humor tipicamente inglês. A obra não está à sua altura. É uma pena.

Não ouso comparar literatura com cinema. São linguagens completamente diferentes, com seus códigos específicos. É inviável dizer que o livro é melhor que o filme ou vice-versa. É, no entanto, cabível deixar meu lamento por ver uma obra tão importante transformar-se num exagerado e esquecível espetáculo visual.

Por: Bruno Mendes

Estreia: 18 de março.

O Retrato de Dorian Gray (Dorian Gray) – 112 min
Reino Unido – 2009
Direção: Oliver Parker
Roteiro: Toby Finlay – Baseado no romance de Oscar Wilde
Com: Ben Barnes, Colin Firth, Ben Chaplin, Rebecca Hall, Douglas Henshall, Rachel Hurd-Wood, Michael Culkin, Maryam D’Abo, Emilia Fox, Caroline Goodall, Johnny Harris, Pip Torrens, Fiona Shaw


09 março 2011

Sinopse:

Um michê vai a um prédio de apartamentos para fazer um programa e passa o filme todo tentando sair deste prédio que mais parece um labirinto, enquanto vai se relacionando com diversos moradores ele vai se descobrindo. Que filme bom!! perfeito, é belíssima a forma como este prostituto foi colocado no filme, é linda a forma como ele dá aos clientes exatamente aquilo que eles esperam receber. Ele é livre sem se dar conta do quanto é preso e termina usando este prédio da qual e tão fácil de sair, sua prisão.

Ficha Técnica:

Direção: Joseph Graham
País: USA
Ano: 2010

Trailer:


DOWNLOAD

07 fevereiro 2011

19 janeiro 2011

Sinopse:


Tudo começa com um beijo. O beijo é a força motriz do universo. É o beijo que faz as estrelas viajarem. Os planetas rodarem. Justifica a existência. Para o príncipe Danilo e o seu amigo Ricardo, agora só falta encontrar alguém porreiro para beijar.

Ficha técnica:

Roteiro, Produção, Câmera e Direção LUFE STEFFEN
Produção de Set ELIAS CORTEZ / PAULO RIBEIRO
Assistência de Direção e Iluminação DIAULAS ULLYSSES
Edição JOSÉ MOTTA

Elenco ANDRÉ VON AH / EDUARDO REVI / CHICO RIBAS / HENRIQUE DE MELLO / EDUARDO LEFORTE

São Paulo – Brasil – 2006 / 2007
21 minutos – mini-DV + Super-8

DOWNLOAD