“As
palavras sempre ficam. Se me disseres que me amas, acreditarei. Mas se me
escreveres que me amas, acreditarei ainda mais. Se me falares da tua saudade,
entenderei. Mas se escreveres sobre ela, eu a sentirei junto contigo. Se a
tristeza vier a te consumir e me contares, eu saberei. Mas se a descreveres no
papel, o seu peso será menor. Lembre-se sempre do poder das palavras. Quem
escreve constrói um castelo, e quem lê passa a habitá-lo.”
CRÔNICA DA PÁ >> Albir José Inácio da Silva
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O medo travou seus passos por instantes, mas a indignação falou mais alto e
ele empurrou a porta de acrílico da delegacia.
Numa rara tarde sonolent...
Há 10 horas
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