Esses pecados nada mais são do que vícios, ou procedimentos viciosos, dos quais cada pessoa, consciente ou não, manifesta nas suas relações interacionais. A grande questão é fazer o reconhecimento deles e, posteriormente fazer um autoquestionamento sobre quais deles constituem a nossa personalidade. Nesse momento, surgi uma linha tênue limitando a aceitação de algo existente dentro de nós, mas que não aceitamos. Não é comum ouvirmos indivíduos falando abertamente que são soberbos, ou avarentos, mas, por outro lado, é corriqueiro ouvir-se a exposição de qualidades, atitudes muitas vezes pretensiosas, no intuito de impressionar os ouvintes. Esse posicionamento perfeccionista do ser humano é justificável, pois ninguém em sã consciência faria julgamentos nocivos da própria maneira de ser.
2. Gula: comer somente por prazer, em quantidade superior àquela necessária para o corpo humano.
3. Avareza: apego ao dinheiro de forma exagerada, desejo de adquirir bens materiais e de acumular riquezas.
4. Ira: raiva contra alguém, vontade de vingança.
5. Soberba: manifestação de orgulho e arrogância.
6. Vaidade: preocupação excessiva com o aspecto físico para conquistar a admiração dos outros.
7. Preguiça: negligência ou falta de vontade para o trabalho ou atividades importantes.




















